Supermercados de Goiás: vitória do livre mercado

Arte digital da estátua da Justiça cortando uma corrente ao centro; à esquerda, sindicalistas com camisas e bonés vermelhos em um ambiente sombrio; à direita, um supermercado moderno, ensolarado e movimentado, simbolizando o livre mercado.
A imagem resume a nossa realidade: o punho estatal e sindical tentando trancar a economia sob o pretexto de controle, sendo freado pelo peso da Justiça (deusa Ártemis) para que o comércio possa respirar livremente. Criei no Nano Banana.

O texto abaixo amarra a notícia fresca da derrubada da limitação pelo TRT-GO com todas as minhas crenças no livre mercado, minha visão libertária e faço um fechamento histórico comparando Dom Pedro II e o modelo atual. Tudo em formato “scannable”, no formato de primeira pessoa (“eu”) e tentei ser o mais sucinto possível.

A Máscara do Sindicato Caiu em Goiás: Liberdade, Mercado e a Canetada que Deu Errado

Quem acompanha o blog sabe que eu prezo pelo trabalho honesto e pela liberdade de quem quer produzir. Direitos humanos de primeira geração, os que foram dados diretamente pelo Criador.

Recentemente, fui surpreendido com uma manobra burocrática que tentou asfixiar os supermercados de Goiás, proibindo o funcionamento aos domingos após as 11 horas da manhã. Mas a verdade e o livre mercado têm uma força difícil de segurar, e a justiça acabou de passar o trator por cima dessa aberração.

No dia 10 de junho de 2026, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) suspendeu a eficácia desse acordo absurdo. A casa caiu para os burocratas, e vale a pena entender como a ganância sindical foi o estopim da própria derrota.

O Acordo da Discriminação: Extorsão Descarada

O acordo original, assinado no dia 2 de junho entre o Secom-GO (sindicato dos empregados do comércio varejista de Goiás) e o Sincovaga-GO (sindicato do comércio varejista de Goiás), escondia uma armadilha corporativista. A regra dizia que os supermercados só podiam abrir até as 11h de domingo, sob pena de multa de R$ 500 por funcionário. Mas havia um “detalhe”: as empresas que estivessem filiadas ao sindicato patronal, Sincovaga-GO, e com as suas contribuições sindicais em dia estavam livres da proibição.

A Associação Goiana de Supermercados (Agos), concorrente direto do Sincovaga, acionou o TRT (Tribunal Regional do Trabalho) e denunciou o óbvio: a cláusula não era para proteger trabalhador nenhum; era uma coação descarada para forçar as empresas a pagarem taxas ao sindicato. O tribunal enxergou a discriminação e suspendeu a medida. Para não passar mais vergonha, o advogado do Secom-GO foi obrigado a recuar e suspender a fiscalização e as multas para todo mundo. Os supermercados voltaram a abrir normalmente.

A medida – o acordo entre o Secom-GO e o Sincovaga-GO – só não alterava as regras adotadas em Rio Verde, Itumbiara e Catalão. Os três municípios possuem representação sindical própria e não podiam fazer parte do acordo coletivo que está no centro da disputa judicial.

O Caos Operacional do Horário Espremido

Se o veto não tivesse caído, o consumidor e o trabalhador viveriam um pesadelo logístico. Reduzir a janela de atendimento não diminui o número de pessoas que precisam comprar; apenas espreme todo mundo no mesmo espaço de tempo. E no varejo, loja lotada não significa mais venda; é exatamente o contrário, já que o tumulto gera desistências, estresse e filas impraticáveis.

A dinâmica dentro das lojas sob essa restrição exporia a total falta de praticidade da mente burocrática:

  • O Cronograma Rígido na Prática: Para garantir a saída da equipe até as 11h, os mercados precisariam fechar o estacionamento por volta das 9 horas da manhã e travar as portas de entrada às 9h30. O cidadão que trabalhou a semana toda e chegasse às 9h40 daria de cara com a grade.
  • A Revolta dos Carrinhos Abandonados: Clientes barrados na fila do caixa perto do horário limite seriam obrigados a deixar as compras para trás. O resultado seria um desperdício brutal de alimentos perecíveis — como frios, queijos, carnes e bebidas geladas sem conservantes — estragando nos corredores fora da refrigeração, gerando prejuízo que fatalmente encareceria o preço final dos produtos.
  • Pressão Psicológica no Caixa: A determinação ignorava os 15 a 30 minutos necessários para o fechamento técnico e contagem de valores do caixa. Os operadores virariam o para-choque dessa engrenagem, sofrendo cobrança dos gerentes apavorados com a multa de R$ 500 e a hostilidade de clientes revoltados. Qualquer erro na contagem do dinheiro, pela pressa, sairia do bolso do trabalhador.

O SECOM-GO não entende essa realidade porque sindicalistas nunca trabalharam um sábado ou domingo na vida, tampouco na linha de frente de um comércio. Essa desconexão é a mesma que vemos na política federal: exigem o fim da escala 6×1, mas até hoje, nem o deputado Érika Hilton, nem seus pares, apresentaram um único estudo de impacto econômico sério. Eles assinam a canetada ideológica para ganhar aplauso, mas deixam o prejuízo na conta de quem produz.

Impacto nas Contas dos Supermercados

Os supermercados no Brasil operam historicamente com uma margem de lucro (porcentagem que sobra do faturamento bruto após o pagamento de fornecedores, impostos, salários e despesas operacionais) muito baixa, que costuma variar entre 1% e 3% na média nacional.

  • O domingo na parte da tarde é um dos períodos de maior movimento de compras das famílias e gera uma receita essencial para o equilíbrio do mês.
  • Com o fechamento obrigatório às 11h da manhã, o faturamento bruto (valor total arrecadado com as vendas antes de qualquer desconto ou despesa) despenca.
  • Os custos fixos (despesas que não mudam independentemente do volume de vendas, como o aluguel do imóvel, a energia básica para manter os refrigeradores ligados e contratos de manutenção) continuam os mesmos, sobrecarregando o caixa das empresas.

Impacto nos Empregos

A restrição forçada de horário geraria consequências diretas na manutenção das vagas de trabalho:

  • Demissões e cortes de turnos: Supermercados que dependiam do faturamento do domingo à tarde precisarão cortar despesas com pessoal para compensar a perda financeira, o que pode aumentar o número de desempregados no setor.
  • Redução de postos de trabalho temporários ou intermitentes: Vagas que eram abertas especificamente para cobrir os finais de semana deixam de fazer sentido econômico para os empresários.

Defesa do Livre Mercado e Direitos de 1ª Geração

Sou libertário e acredito que economia deve funcionar sob as regras das trocas estritamente voluntárias. Se um comércio quer abrir e o trabalhador quer vender suas horas no domingo para engordar o orçamento, o Estado ou o sindicato não têm o direito de se intrometer.

Essa intromissão fere os direitos humanos de 1ª geração, que garantem as liberdades individuais, civis e o direito de propriedade contra os abusos do Estado. Ditar o horário em que o dono do imóvel pode manter as portas abertas para faturar é uma intervenção violenta na propriedade privada e na autonomia do cidadão.

A Inversão de Valores da Militância

Os mesmos sindicalistas que tratam o patrão honesto como “malvadão” guardam um silêncio covarde perante a criminalidade real. Relativizam o tráfico de drogas, tratando-o quase como “empresa” ou “fenômeno social”, mas não movem uma palha para fiscalizar as condições brutais de trabalho de crianças e adolescentes recrutados pelo crime nas periferias. Esses menores trabalham expostos à violência por míseros R$ 300/600 por semana, o que os força a cometer assaltos nos dias de folga para complementar a renda, pois poucos sabem que o aluguel das armas de fogo do tráfico é o maior meio de acesso às armas de fogo empregadas nos assaltos e latrocínios, segundo o Anuário da Segurança Pública 2025. O sindicato prefere gastar energia sufocando o comércio legalizado em vez de combater o verdadeiro trabalho análogo à escravidão gerado pelo crime. Fazem exatamente o oposto e ainda obrigam seus funcionários do sindicato a votarem em quem está alinhado com o tráfico. Toda manifestação ou comício de políticos que são contra as saidinhas, redução da maioridade penal e endurecimento de penas, eles estão lá batendo ponto, independente do dia da semana, pois são os mesmos políticos que voltaram com a obrigação das contribuições sindicais. No fim, ninguém milita de graça.

O Filtro Invisível do RH: A Reação do Mercado

O mercado sempre reage para se proteger. O excesso de burocracia e a cultura do litígio acabam criando um filtro invisível no setor de Recursos Humanos das empresas do sul e centro-oeste, infelizmente a iniciativa ainda é muito lenta no sudeste e inexistente no norte e nordeste. Os empresários passam a evitar a contratação de funcionários alinhados com a ideologia sindical por motivos puramente práticos:

  • Abuso de Processos Trabalhistas: Em outros países democráticos, os conflitos trabalhistas são resolvidos predominantemente na justiça comum ou por acordos diretos. No Brasil, criou-se uma cultura onde o perfil ideológico militante enxerga a ação judicial como uma etapa natural do fim do contrato, gerando um volume de processos que é uma verdadeira aberração global.
  • Mentalidade de Sabotagem: Funcionários capturados por essa cartilha entram na empresa acreditando que o empregador é um inimigo que os está explorando. Isso destrói a produtividade e o ambiente de cooperação. Nas redes socias se referem a empresa como “ambiente tóxico”.
  • O Paradoxo Político: Esse perfil vota em políticos que aumentam impostos (sufocando as empresas e reduzindo os salários líquidos) e que afrouxam as leis penais. O resultado? O próprio trabalhador fica desprotegido no ponto de ônibus, espreitado por delinquentes que deveriam estar presos, mas continuam nas ruas por causa da leniência dos políticos que ele mesmo escolheu.

Fim da escala 6×1: a hipocrisia eleitoreira

Se o Congresso realmente quisesse ajudar, daria liberdade total para o trabalhador escolher entre o contrato CLT e PJ. Vamos aos números reais de quanto sobraria no bolso em um rendimento bruto de R$ 3.000,00:

  • No modelo CLT: O trabalhador perde cerca de R$ 260,00 de INSS, R$ 30,00 de IRRF e até 14% com descontos de vale-transporte e alimentação. No final, recebe líquido cerca de R$ 2.510,00. O restante fica retido pelo Estado ou preso num FGTS que rende menos que a inflação.
  • No modelo PJ (como MEI): O imposto unificado (DAS) é fixo em aproximadamente R$ 80,00 mensais (já com INSS incluso). Não há outras retenções. O trabalhador põe no bolso R$ 2.920,00 limpos.

A liberdade de escolha contratual deixa mais de R$ 400,00 de dinheiro imediato na mão de quem trabalha todos os meses. Mas a burocracia prefere a imposição.

A Proposta Alternativa: Contratação por Hora

Enquanto o acordo regional restringe o trabalho aos domingos, o Senado Federal avança em um debate oposto na esfera federal. Trata-se de um PEC (Proposta de Emenda Constirucional) do senador Rogério Marinho (PL/RN), que propõe criar a opção de contratação por hora trabalhada, seguindo o modelo adotado nos Estados Unidos.

Esse projeto ganhou força e ampliou seu espaço de discussão no Congresso em paralelo aos debates sobre a PEC que tenta extinguir a escala 6×1 (modelo de trabalho que prevê seis dias de serviço para um dia de descanso semanal). A meta dessa proposta por hora é flexibilizar o mercado, permitindo que o funcionário escolha suas jornadas e receba em dinheiro pelas horas exatas que se dedicou, sem banco de horas (outra invenção esdrúxula que não se entende como os sindicatos “que defendem os interesses dos trabalhadores” aceitaram).

O projeto já deu seu primeiro passo na Câmara, foi aprovado na CCJ, e agora será votado no plenário. O Senado está fazendo uma consulta pública, dedique dois minutos e vote SIM. O pessoal ligado aos sindicatos é minoria mais é organizado. Toda consulta pública eles se empenham em votar, compartilhar e até pagam as redes sociais para aumentarem o alcance de suas publicações pedindo votos. Pagam com dinheiro dos sindicalizados e dos contribuintes que serão os maiores prejudicados. Clique na imagem abaixo e vote SIM.


O Olhar Histórico: Dom Pedro II vs. O Modelo Centralizador

Essa obsessão do Estado brasileiro em controlar e ditar as regras da economia não é nova, mas contrasta drasticamente com os momentos em que o país realmente prosperou. Veja a diferença fundamental de postura entre o nosso último Imperador e a liderança política atual. Fiz questão de escrever sobre o Imperador porque nada sobre sua vida é ensinado nas escolas, e as histórias sobre ele e nossa corte são realmente ricas e incríveis.

Dom Pedro II: O Imperador Cientista e Erudito

Dom Pedro II viajava motivado por uma profunda curiosidade intelectual e pelo desejo de modernização tecnológica. Viajava em trajes civis, com comitiva reduzida e sob o codinome de “Pedro de Alcântara”. Falava mais de uma dezena de línguas (incluindo tupi, sânscrito e hebraico) e dialogava com mentes como Pasteur e Darwin.

Na Exposição da Filadélfia em 1876, ao reconhecer Alexander Graham Bell, testou o telefone isolado e exclamou: “Meu Deus, isto fala!”. A atenção do Imperador salvou a invenção do fracasso comercial e fez do Brasil o segundo país do mundo a ter linhas telefônicas. Ele trouxe inovação prática na bagagem (cabo submarino, fotografia) e institutos de educação avançados.

Lula: O Presidente Diplomata e Negociador

Lula viaja motivado por geopolítica, comércio exterior e articulação de blocos (BRICS, G20). Suas viagens são marcadas por comitivas amplas e recepções de Estado, focando na cultura política popular e sindicalista para negociar acordos de cima para baixo, centralizando as decisões econômicas nas mãos do Estado, sempre alinhado com ditaduras de todos os tipo: as materialistas comunistas China e Vietnã, a teocracia islâmica do Irã, a eurasiana Rússia e a de castas socias da Índia. E lutou esse tempo todo pra incluir Cuba e Venezuela nos Brics, G-7 e G-20. Como dá pra perceber o principal critério do presidente para acordos é o governo ser centralizador, não ser cristão ou judeu e odiar algum país vizinho.

CritérioDom Pedro IILuiz Inácio Lula da Silva
Estilo de ViagemIncógnito, com comitiva reduzida e foco em feiras técnicas e laboratórios.Comitivas oficiais amplas, reuniões de cúpula com chefes de Estado.
Foco de InteresseAvanço tecnológico, astronomia e humanidades.Economia global, transição energética e finanças.
InterlocutoresCientistas, inventores, filósofos e escritores.Presidentes, primeiros-ministros e investidores.
Principal LegadoIntrodução de tecnologias pioneiras e modernização acadêmica.Inserção do Brasil em cadeias de comércio e diplomacia presidencial com ditaduras teocráticas islâmicas e ateístas.

O Aviso de Pedro II nas Cartas à Princesa Isabel

Em suas cartas guardadas no documento cartas-de-pedro-ii-a-princesa-imperial.pdf, o próprio Imperador já deixava claro seu repúdio ao microgerenciamento estatal e sua preferência pela eficiência privada. Ele escreveu textualmente à filha que, nos negócios da indústria, “convém recorrer ao zelo dos interesses particulares, muito maior […] que os dos empregados públicos, em geral”. “Atenção com as obras públicas para impedir a corrupção.” “Não permita que diminuam nenhum réis nos investimentos do INES (Instituto Nacional de Educação de Surdos).”

Mais do que isso, Pedro II fechou seus conselhos alertando sobre a história universal: relembrou que a ruína das grandes dinastias chinesas veio exatamente do erro do poder central de, em vez de focar em uma inspeção geral, tentar “governar cada coisa imediatamente por si mesmos”.

Isabel regeu o Brasil antes da outra. Na ausência do pai era ela quem assumia a bronca. E foi muito competente.

É fascinante ver como a erudição de Dom Pedro II quebrava totalmente o protocolo da realeza da época. O cara era um verdadeiro “nerd” coroado, respeitado pelas maiores mentes da ciência global e membro de diversas sociedades científicas ao redor do mundo.

O Registro Histórico do Imperador Jurado

O livro introduz a célebre segunda grande viagem internacional do monarca, destacando justamente a sua nomeação para o corpo de jurados nos Estados Unidos.

Trecho Transcrito

“Na segunda, de março de 1876 a setembro de 1877, esteve nos Estados Unidos da América do Norte — onde fez parte do júri da Exposição da Independência, na Filadélfia — no Canadá e na Europa.”

O Impacto da Temática no Legado do Brasil

Essa feira na Filadélfia não foi um passeio de turismo. O fato de o chefe de Estado de um Império sul-americano sentar-se à mesa de julgamento de invenções da Revolução Industrial mostra o tamanho do prestígio dele.

A temática dessa exposição girava em torno do ápice da inovação mecânica, da eletricidade e das comunicações. Foi justamente nessa função de jurado técnico que Dom Pedro II usou seu peso político e intelectual para avaliar a ala de engenharia e comunicação, culminando no famoso episódio em que ele tirou Alexander Graham Bell do isolamento e catapultou a invenção do telefone para o mundo patrocinando o inventor.

O interesse dele por feiras técnicas era tão pragmático que, como vimos nas próprias cartas escritas durante a viagem, ele cobrava a filha para que o Brasil não ficasse para trás em ferrovias, na consolidação do Observatório do Rio de Janeiro e na contratação de professores estrangeiros de ponta para a Escola de Minas e a Politécnica.


Conclusão

O tombo do Secom-GO no TRT esta semana é a prova viva daquilo que Dom Pedro II já avisava em 1876: o Estado ou o sindicato que tentam controlar o comércio nos mínimos detalhes, confiscando a liberdade de funcionamento e aplicando multas abusivas, estão pavimentando o caminho da própria ruína econômica.

A tentativa de extorsão travestida de “direito trabalhista” foi freada. Ganhou o supermercado, ganhou o trabalhador que quer sua hora extra e ganhou o livre mercado. Que sirva de lição para os burocratas de plantão: o comércio é de quem trabalha, não de quem carimba.

Considerações finais.

Minhas Convicções: Livre Arbítrio x Hipocrisia Sindical

Como um profissional de 50 anos que construiu a vida com o suor do próprio rosto, eu não falo baseado em teorias de livros acadêmicos ou cartilhas ideológicas; falo com a autoridade prática de quem saiu de um orfanato aos 14 anos apenas com a roupa do corpo e a determinação absoluta de vencer. Tudo o que tenho hoje foi conquistado trabalhando de sol a sol, sem depender de favores, sem muletas estatais e sem nenhum sindicato para tutelar os meus passos.

É por isso que as minhas convicções contra essas proibições, amarras e canetadas são inegociáveis, pautadas em princípios claros de liberdade e livre-arbítrio.

A minha filosofia de vida é simples, direta e baseia-se em verdades que a militância tenta apagar:

  • O caráter é uma escolha consciente: Ninguém nasce bandido. Atribuir a criminalidade puramente à pobreza ou ao meio social é um insulto imperdoável a milhões de brasileiros honestos que, mesmo passando pelas maiores privações na periferia, escolhem o caminho da honra e do trabalho duro todos os dias. O crime é uma decisão moral de quem prefere o atalho da violência, não uma fatalidade geográfica.
  • A rejeição ao coitadismo institucional: Da mesma forma, ninguém nasce incapaz de prosperar, evoluir e conquistar o seu espaço no mundo. A mentalidade burocrática adora pregar o vitimismo, tentando convencer o cidadão de que ele é um eterno coitado, uma peça frágil que precisa da proteção sufocante do Estado ou do carimbo de um sindicalista para não ser engolido. Isso é uma mentira deslavada desenhada para manter o povo dependente e sob cabresto político.
  • A herança divina da prosperidade: A capacidade de buscar e conquistar a riqueza, a plenitude e a felicidade são dons inatos dados por Deus a toda a humanidade, sem distinção. O Criador nos dotou de inteligência, força de vontade e discernimento para moldarmos o nosso próprio destino através do suor e do talento. “DEUS VULT!”

Quando o Estado ou o sindicato tentam ditar as horas em que um comércio pode vender, o momento em que o trabalhador deve parar ou como o empreendedor deve gerir o seu negócio, eles não estão distribuindo justiça social; eles estão cometendo uma heresia contra a dignidade humana, confiscando o direito sagrado de cada indivíduo de lutar pela sua própria ascensão. O que o povo precisa não é de fiscais controlando o relógio na marra, mas de liberdade total para produzir, crescer e vencer pelo tamanho do seu próprio esforço.

Fontes:

Instituição / Fonte Referência / Link Contexto de Aplicação no Blog
Arquivo Histórico Imperial Documento Interno: cartas-de-pedro-ii-a-princesa-imperial.pdf Conselhos políticos de Dom Pedro II à Princesa Isabel condenando o microgerenciamento estatal e defendendo o zelo do interesse privado.
Wikipédia História do INES Registro do Instituto Nacional de Educação de Surdos, fundado em 1857 por Dom Pedro II como Imperial Instituto dos Surdos-Mudos.
Portal G1 Goiás Matéria G1 – TRT-GO Notícia factual sobre a derrubada da restrição de horário dos supermercados aos domingos por decisão do Tribunal Regional do Trabalho.
Escola Superior de Guerra (ESG) Repositório ESG – Logística do Crime Estudo técnico sobre o funcionamento de facções, ativos circulares e a mecânica de compartilhamento ilegal de armamento.
Fórum Brasileiro de Segurança Pública Anuário Estatístico 2025 Dados nacionais consolidados sobre a apreensão de armas raspadas e a rotatividade do crime de oportunidade patrimonial.
Portal Jusbrasil Jurisprudência de Armas de Fogo Mapeamento de acórdãos e processos criminais enquadrados nos artigos de cessão, locação e empréstimo do Estatuto do Desarmamento.

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Natural do Rio de Janeiro, 55 anos. Formado pela Associação Brasileira de Sommelier – ABS-RJ e pela Wine and Spirits Education Trust – WSET2.

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